Sempre gostei de ler. Não sei exatamente como foi no inicio. Lembro-me que na minha infância a leitura fazia parte do cotidiano. Caçula de uma família de cinco professores e um economista, sempre observei todos envolvidos com diferentes formas de leitura: jornais, livros clássicos, livros didáticos, revistas, etc. Tudo ficava disponível para atender a minha curiosidade. Antes de dormir tínhamos um ritual de leitura compartilhada, alguém vinha ler comigo e comentávamos sobre o que líamos. Monteiro Lobato e os clássicos da literatura mundial foram marcos na minha infância. Na adolescência, no que hoje equivale ao ensino médio, agradeço a metodologia de duas professoras: Esther Marques e Vilma Lucas; a primeira, sempre nos propunha a realização de dramatizações após a interpretação de textos; a segunda realizava ótimos debates após a leitura de livros clássicos. Ainda na adolescência, para sair um pouco da leitura proposta na escola, devorei a coleção policial da escritora Ágatha Cristhie, que tínhamos em casa. Na época da universidade retomei alguns livros do ensino médio e encontrei Feliz Ano Velho (Marcelo Rubens Paiva) e Richard Bach ( Longe é um lugar que não existe) foram os que mais marcaram. Sidney Sheldon (O outro lado da meia noite, O reverso da medalha, A herdeira), foram leituras de uma fase mais madura assim como Virando a própria mesa (Ricardo Semler) e a história da empresa americana Ford(Lee Iacocca). Apesar de pouca formação escolar, minha mãe me presenteou certa vez com um livro maravilhoso que ela escolheu por ter no título meu nome; O mundo de Sofia ( Jostein Gaardder), realmente foi a escolha certa. Atualmente tenho por obrigatoriedade me dedicado a leituras mais voltadas ao planejamento pedagógico, mesmo assim ainda reservo algum tempo principalmente nas férias para algo diferente.
Sofia Leite Collaço.
Sofia Leite Collaço.
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