ATIVIDADES COM A REVISTINHA AQUA MUNDO
Desenhos baseados na leitura da revistinha
AQUA MUNDO
realizados por uma turma do 6ºano da Escola Estadual José Gabriel de Oliveira, setembro de 2013, muita diversão aprendendo sobre a água; usos, desperdício, poluição, estados físicos, ciclo da água.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
domingo, 29 de setembro de 2013
Situação professora Rosivania Martello
Situação de aprendizagem produzida pelo grupo da professora
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sábado, 28 de setembro de 2013
Vídeo da situação de aprendizagem grupo 2 Formadora Sandra
Este é o vídeo que nós tentamos colocar nos slides mas não deu certo! Então como prometemos esta no blog
Fonte:
http://www.youtube.com/watch?v=UQ9HYvuADbY
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Situação de aprendizagem
Olá! nosso grupo realizou uma situação de aprendizagem onde trabalhamos sobre os microrganismos, e na montagem desta situação, utilizamos um vídeo que acredito será útil para muitos!
Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=UQ9HYvuADbY
Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=UQ9HYvuADbY
Estudando com música
NaCl
Todo dia é a mesma
coisa
Uma nova teoria
Linus Pauling ou Arrhenius
Pra aumentar minha agonia
Uma nova teoria
Linus Pauling ou Arrhenius
Pra aumentar minha agonia
Elemento que ioniza
É grande ou baixa a entalpia
Construir o diagrama
Pra acabar com minha alegria
É grande ou baixa a entalpia
Construir o diagrama
Pra acabar com minha alegria
Química!
Balancear a equação
Equacionar a reação
Agitar a solução
Começar a combustão
Equacionar a reação
Agitar a solução
Começar a combustão
Sem contar com a
tabela
Eu não consigo decorar
Muito menos entender
Eu não vou mais estudar
Eu não consigo decorar
Muito menos entender
Eu não vou mais estudar
Sódio, cálcio,
hidrogênio
Magnésio, oxigênio
Lítio, cloro, tungstênio
Alcalino e halogênio
Dicromato de potássio
NaCl
Sulfato de cálcio
NaCl
Magnésio, oxigênio
Lítio, cloro, tungstênio
Alcalino e halogênio
Dicromato de potássio
NaCl
Sulfato de cálcio
NaCl
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Em tempos de desperdício e descuido com a água, recomendo a leitura do seguinte texto:
Dal Marcondes
Quando a colônia brasileira começou a ser ocupada em 1500, e os europeus começaram a fundar cidades, pequenas fontes de água bastavam para abastecer uns poucos cidadãos e animais. Ficar perto de grandes rios não era parte dos planos de José de Anchieta e Manoel da Nóbrega. O Colégio dos Jesuí-tas fincou pé num outeiro, lugar apropriado para se defender dos possíveis ataques de índios, mas com muito pouca água. Contudo, dessa vila nasceu São Paulo, metrópole de quase 20 milhões de habitantes que precisam de cerca de 80 litros de água tratada por pessoa, ao dia, para suas necessidades domésticas. Um volume que já não consegue mais ser atendido pelos mananciais próximos, que, pelos critérios da ONU, têm sete vezes menos a capacidade necessária à população que atendem. É preciso ir buscar o líquido cada vez mais longe e tratar águas cada vez mais poluídas, a fim de torná-las próprias para o consumo.
Os custos econômicos e sociais do desperdício
Dal Marcondes
Quando a colônia brasileira começou a ser ocupada em 1500, e os europeus começaram a fundar cidades, pequenas fontes de água bastavam para abastecer uns poucos cidadãos e animais. Ficar perto de grandes rios não era parte dos planos de José de Anchieta e Manoel da Nóbrega. O Colégio dos Jesuí-tas fincou pé num outeiro, lugar apropriado para se defender dos possíveis ataques de índios, mas com muito pouca água. Contudo, dessa vila nasceu São Paulo, metrópole de quase 20 milhões de habitantes que precisam de cerca de 80 litros de água tratada por pessoa, ao dia, para suas necessidades domésticas. Um volume que já não consegue mais ser atendido pelos mananciais próximos, que, pelos critérios da ONU, têm sete vezes menos a capacidade necessária à população que atendem. É preciso ir buscar o líquido cada vez mais longe e tratar águas cada vez mais poluídas, a fim de torná-las próprias para o consumo.
Um levantamento recém-divulgado pela Agência
Nacional de Água (ANA) aponta que o problema do abastecimento é generalizado
pelo País. Dos 5.565 municípios brasileiros, mais da metade terão problemas de
abastecimento até 2015. E para tentar adiar o problema por ao menos uma década
será preciso desembolsar 22 bilhões de reais em obras de infraestrutura,
construção de sistemas de distribuição, novas estações de tratamento e
manutenção de redes muito antigas, que perdem mais de 30% da água tratada antes
de chegar à casa dos clientes. E nesse valor não estão incluídos os recursos
necessários para resolver o problema do saneamento básico, com a construção de
sistemas de coleta de esgoto e estações de tratamento, de forma a proteger os mananciais
onde se faz a captação para consumo humano. Para isso, segundo a ANA, serão
necessários outros 47,8 bilhões de reais.
Os investimentos não são necessários apenas porque 13% dos brasileiros
não têm um banheiro em casa, ou porque mais de 700 mil pessoas entopem os
serviços de saúde a cada ano em virtude de doenças provocadas pelo contato com
água contaminada por esgotos, ou ainda porque sete crianças morrem por dia
vítimas de diarreia, engrossando a estatística de mortes por problemas
gastrointestinais (em 2009, elas somaram 2.101 casos). Acredita-se que mais da
metade poderiam ter retornado com saúde para suas famílias, ou mesmo nem ter
ficado doentes, caso o Brasil estivesse entre as nações que oferecem saneamento
básico universal à população. (Texto Completo)
http://www.cartacapital.com.br/sociedade/os-custos-economicos-e-sociais-do-desperdicio-2/
Dica de sites
Boa noite queridos leitores, como uma primeira dica de explorar conteúdos de ciências de forma mais prática indico o site www.manualdomundo.com.br
O que é o Manual do Mundo
O que é o Manual do Mundo
O Manual do Mundo é um guia de coisas legais que despertam a curiosidade e a criatividade.
O projeto nasceu como uma série de vídeos no Youtube, mas hoje também são produzidas seções em texto para o site, como a seção Dúvida cruel, além de vídeos educativos para editoras de livros didáticos.
Os vídeos são apresentados pelo jornalista Iberê Thenório e têm a produção executiva de Mariana Fulfaro. Continua
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| Fonte: https://si0.twimg.com/profile_images/1775555050/logo_mdm_copy.png |
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
LEMBRANÇAS...
Tive muita dificuldade em aprender a ler. Lembro de minha mãe sentada em sua máquina de costura me ajudando a ler a lição do CAVALO. Ela já tinha decorado todas as palavras e sempre atenta nas correções. Minha maior dificuldade era na palavra CACO. Depois de vários dias insistindo, o processo de leitura foi construído gradativamente e me apaixonei pelos livros de contos infantis. Meu primeiro romance foi o de José Mauro de Vasconcelos chamado O Meu Pé de Laranja Lima. Zezé e o portuga Manuel Valares me encantaram e aguçaram a minha curiosidade por conhecer aquele quintal e aquela rua. Esses lugares foram construídos em minha memória e estão guardadinhos comigo até hoje.
Com a leitura viajo e conheço inúmeros locais e personagens. Minha imaginação voa!
Plagiando Mario Quintana (por quem sou apaixonada depois de Clarice Lispector): “Dupla delícia, o livro traz a vantagem de a gente poder estar só e ao mesmo tempo acompanhado”.
LEMBRANÇAS ....
Tive muita dificuldade em aprender a ler. Lembro de minha mãe sentada em sua máquina de costura me ajudando a ler a lição do CAVALO. Ela já tinha decorado todas as palavras e sempre atenta nas correções. Minha maior dificuldade era na palavra CACO. Depois de vários dias insistindo, o processo de leitura foi construído gradativamente e me apaixonei pelos livros de contos infantis. Meu primeiro romance foi o de José Mauro de Vasconcelos chamado O Meu Pé de Laranja Lima. Zezé e o portuga Manuel Valares me encantaram e aguçaram a minha curiosidade por conhecer aquele quintal e aquela rua. Esses lugares foram construídos em minha memória e estão guardadinhos comigo até hoje.
Com a leitura viajo e conheço
inúmeros locais e personagens. Minha imaginação voa!
Plagiando
Mario Quintana (por quem sou apaixonada depois de Clarice Lispector): “Dupla
delícia, o livro traz a vantagem de a gente poder estar só e ao mesmo tempo
acompanhado”.
Depoimento sobre minhas experiências com leitura
Sempre gostei de ler. Não sei exatamente como foi no inicio. Lembro-me que na minha infância a leitura fazia parte do cotidiano. Caçula de uma família de cinco professores e um economista, sempre observei todos envolvidos com diferentes formas de leitura: jornais, livros clássicos, livros didáticos, revistas, etc. Tudo ficava disponível para atender a minha curiosidade. Antes de dormir tínhamos um ritual de leitura compartilhada, alguém vinha ler comigo e comentávamos sobre o que líamos. Monteiro Lobato e os clássicos da literatura mundial foram marcos na minha infância. Na adolescência, no que hoje equivale ao ensino médio, agradeço a metodologia de duas professoras: Esther Marques e Vilma Lucas; a primeira, sempre nos propunha a realização de dramatizações após a interpretação de textos; a segunda realizava ótimos debates após a leitura de livros clássicos. Ainda na adolescência, para sair um pouco da leitura proposta na escola, devorei a coleção policial da escritora Ágatha Cristhie, que tínhamos em casa. Na época da universidade retomei alguns livros do ensino médio e encontrei Feliz Ano Velho (Marcelo Rubens Paiva) e Richard Bach ( Longe é um lugar que não existe) foram os que mais marcaram. Sidney Sheldon (O outro lado da meia noite, O reverso da medalha, A herdeira), foram leituras de uma fase mais madura assim como Virando a própria mesa (Ricardo Semler) e a história da empresa americana Ford(Lee Iacocca). Apesar de pouca formação escolar, minha mãe me presenteou certa vez com um livro maravilhoso que ela escolheu por ter no título meu nome; O mundo de Sofia ( Jostein Gaardder), realmente foi a escolha certa. Atualmente tenho por obrigatoriedade me dedicado a leituras mais voltadas ao planejamento pedagógico, mesmo assim ainda reservo algum tempo principalmente nas férias para algo diferente.
Sofia Leite Collaço.
Sofia Leite Collaço.
Meu primeiro contato com a leitura
Olá, eu comecei a ler ainda na pré escola, tinha por volta de seis anos, minha professora na época se chamava Valdinéia. Lembro que uma vez teve um teatro na escola e uma menina que fazia parte do "elenco" faltou e como eu era a única da escola que sabia ler, a professora me entregou o texto com as falas da menina e eu fui lendo, me lembo que eu ouvia: Nossa ela já sabe ler! e a partir dai tomei gosto pela leitura!
Tinha uma tia que eu adorava ir na casa dela, pois la havia uma estante enorme cheia de livros, e foi la que eu tive meu primeiro contato com contos clássicos, como por exemplo Sítio do Pica Pau Amarelo, eu ficava encantada!
Minha mãe não tinha condições financeiras para me dar livros caros, mas sempre me incentivou a ler da forma que ela pudia, eu tinha a coleção inteira do gibi da Turma da Mônica, livros mais simples.
Hoje sou apaixonada pela leitura pois ela me leva a outros mundos!!
Depoimento - Literatura
A leitura para mim sempre foi algo, digamos, complicado. No início me interessava mais pelos rótulos de xampu do que os livros pedidos nas escolas, nessa época a curiosidade de descobrir o que era aquilo escrito lá, ou o que queria dizer aquela palavra complexa me fascinava mais do que a leitura de um livro de 100 paginas de uma estória fictícia.
Porém a leitura foi aparecendo aos poucos, desde páginas da internet sobre assuntos que eu gostava a pequenas revistas e matérias direcionadas para as crianças, até livros em geral.
Me lembro que o 1º livro clássico da literatura que terminei de ler completamente foi o Cortiço e meio que obrigado por uma prova que viria. Nessa época não via sentido em ler um livro, como eu mesmo dizia, de 200 anos atrás, e que não trazia nenhuma novidade, estava mais interessado em atualidades.
Com o passar do tempo o hábito da leitura foi aparecendo, entendia os significados dos tais clássicos brasileiros e a importância deles.
Acredito que em momento alguém devemos forçar a leitura em nossos alunos, mas sim tentar buscar fontes alternativas de explorar essa competência. E a curiosidade de uma criança por algo que ela usa/vivencia porém não conhece é muito maior por algo abstrato.
Hoje textos científicos, revistas, jornais, entrevistas, e até os famigerados “clássicos da literatura” todos despertam em mim a vontade da leitura.
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